Afinal, por que usar o Hiperlaudo®?


Por:  Luiz Felipe Nobre
médico radiologista, MD. PhD.
sócio e consultor médico Animati/NetPacs
Fisioterapeuta usando tablet digital na clínica

Com a transformação digital da Radiologia, nos acostumamos a lidar diariamente com os PACS – Picture Archiving and Communication Systems. Desenvolvidos para a gestão de imagens médicas digitais, e informações associadas a elas, esses sistemas passaram a fazer parte da rotina de trabalho do radiologista.

Acessar uma lista de exames, selecionar um estudo, trabalhar as imagens na workstation e emitir um relatório são tarefas usuais do cotidiano profissional do radiologista contemporâneo. PACS baseados na web trouxeram ainda outras inovações importantes, como facilidade para laudar à distância, de uma forma organizada e dinâmica e em computadores convencionais, com entrega dos resultados de forma distribuída na rede, reduzindo de maneira significativa o intervalo de tempo entre o diagnóstico e o tratamento.

Usadas adequadamente, estas ferramentas têm gerado enormes ganhos para os pacientes, principal objetivo de nossa profissão, mas também para médicos e toda a cadeia assistencial a eles relacionadas.

Mas você já parou para se perguntar se isso basta? O que significa na verdade o conceito de “Communication” em um PACS? Tecnicamente, essa comunicação se faz entre computadores, servidor e cliente. Transferência de dados de cá pra lá, e vice-versa. Mas e os principais agentes humanos dessa história? Será que não deveríamos aproveitar essa incrível oportunidade da era digital para também evoluir para novas formas de comunicação interpessoal e multiprofissional?

Comunicação é o conceito chave que devemos perseguir para quebrar paradigmas e inovar nas funcionalidades de um novo modelo de PACS, que passe a atender a outras demandas profissionais, além daquelas estabelecidas pelas rotinas particulares e específicas dos médicos radiologistas.

Vamos começar pensando na clínica ou hospital onde trabalhamos. Cada vez mais gestores exigem que profissionais e equipes participem de ações que gerem impacto positivo no resultado do negócio diagnóstico por imagem.

Usar adequadamente formas inovadoras de comunicação, facilitando o vínculo entre os diferentes profissionais envolvidos na cadeia diagnóstico x tratamento, certamente é uma forma de contribuir para a fidelização de pacientes e médicos requisitantes ao serviço, sonho de todo gestor de uma clínica radiológica. Ponto para o profissional que souber aproveitar essa oportunidade.

Mas não é só isso… Qual seria o momento mágico de um radiologista, quando somos reconhecidos como elo fundamental para a boa evolução de um paciente? Certamente é quando realizamos um diagnóstico difícil, que fará diferença no desfecho de um caso, baseado em nossa formação e experiência profissional.

Pausa aqui para uma reflexão importante: será que nos basta fazer um belo diagnóstico e entregar esse resultado como um texto comum e séries enormes com centenas de imagens, mesmo que de forma digital? Mesmo se produzirmos imagens chave em um exame, a que parte do texto e raciocínio diagnóstico essas imagens se referem? Isso é mesmo suficiente?

Recorrendo a uma metáfora de fácil entendimento: somos os repórteres da medicina. Não basta descobrir um furo de reportagem, é necessário que essa informação chegue ao leitor de uma forma segura, ágil e de fácil acesso e compreensão. Está aí a importância das novas formas de relatório digital em radiologia, que facilitam o entendimento dos diagnósticos por médicos e demais agentes de saúde envolvidos no processo assistencial. 

Conheça o HiperlaudoⓇ

Então chegamos ao ponto: o HiperlaudoⓇ tem exatamente essa função! De fácil realização, requisito fundamental para aderência ao sistema, com apenas um clique o médico radiologista cria um hyperlink associando uma parte selecionada do laudo a uma ou mais imagens de referência. Bingo!

Na sequência, o médico requisitante recebe em tempo real o resultado do exame em seu consultório, ambulatório ou centro cirúrgico, e ao abrir o estudo no computador ou celular, realiza a leitura do relatório digital produzido pelo radiologista, conseguindo facilmente visualizar as imagens de referência associadas às principais descrições do diagnóstico através dos hyperlinks no texto. Isso tudo de uma maneira ágil e assíncrona, ou seja, cada um interagindo de acordo com sua disponibilidade.

Nem mesmo um telefonema, modo convencional de comunicação, é capaz de oferecer uma solução tão eficiente: neste, ambos os profissionais, radiologista e médico requistante, além de não enxergarem as imagens simultaneamente, precisariam estar disponíveis ao mesmo tempo para realizar a interação.

Não é à toa que o WhatsApp tem substituído a telefonia convencional em tantas interações entre as pessoas em nossos dias. Fácil de usar, eficiente, e assíncrono.

Pense nisso:
– Um belo diagnóstico, quando bem demonstrado, gera confiança e valorização do papel do radiologista.
– Facilidade no entendimento e agilidade no acesso a um resultado gera fidelização profissional.

Como consideração final, e sugestão de reflexão para o futuro: em tempos de crescente preocupação com a evolução da inteligência artificial (IA), e potencial substituição computacional de atividades hoje executadas pelo radiologista, novas e inovadoras formas de comunicação interpessoal e multiprofissional tem o papel de agregar valor ao trabalho do ser humano/profissional, garantindo sua importância e participação indispensável em novos formatos da cadeia diagnóstico/tratamento.

Não seja substituído pela IA! Utilize o formato HiperlaudoⓇ em seu relatório, e encante pacientes, médicos requisitantes e gestores do seu serviço através dessa inovadora ferramenta de comunicação profissional!